terça-feira, 16 de março de 2010

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

DIA INTERNACIONAL DAS TELECOMUNICAÇÕES

17 de Maio

No nosso mundo actual, de relações internacionais cada vez mais estreitas e dependentes e, portanto, cada vez mais necessárias do ponto de vista social e económico, as comunicações apresentam-se como um domínio de extrema força.

São vias imprescindíveis para a disseminação de ideologias e culturas, aproximando povos que vivenciam tanto realidades semelhantes quanto radicalmente diferentes.

Através das telecomunicações, representadas pelas chamadas infovias (rodovias da informação), não existem barreiras nem fronteiras possíveis.

Satélites artificiais, fibra ótica, levam mensagens em forma de som, imagens ou dados informáticos, viabilizando a transmissão de um facto ou documento para vários lugares ao mesmo tempo.

Mas, isso não é nada. É apenas a nossa realidade. A realidade do século XXI.

O dia 17 de Maio foi eleito como Dia Internacional das Telecomunicações porque, nesse dia, em Paris, em 1865, foi fundada a União Telegráfica Internacional, que na década de 1930 se transformou na União Internacional de Telecomunicações (UIT). A partir daí, o simbolismo das barreiras de tempo e espaço foi superado. O principal instrumento dessa transformação, que marcou o final do século XX e o alvorecer do século XXI, foram as telecomunicações, que constituem uma infra-estrutura essencial ao desenvolvimento económico, social e das atividades culturais, políticas e religiosas.


Então pessoal não desanimem só falta 30 minutinhos eheeheheh....

Falta tão pouco...

Cada dia que passa custa-me mais caminhar para aqui!!!
Passo os dias a olhar para as horas deserta para as seis horas.
Sei que a resposta da maioria é: "Não tas bem, vai embora!"
Mas pensem bem...depois de um ano e três meses...falta tão pouco!...
Espero que haja luta por parte de todos para haver bom ambiente e que estas horas que passamos aqui juntos sejam agradáveis para ver se aguentamos até ao fim!...Sem sofrimento!
Isto é um pedido global e aproveito para agradecer ás pessoas que me têm ajudado todos os dias!
A VOCÊS...OBRIGADA!

Fusivel Queimado

Em eletrónica e em engenharia elétrica fusível é um dispositivo de proteção contra sobrecorrente em circuitos. Consiste de um filamento ou lâmina de um metal ou liga metálica de baixo ponto de fusão que se intercala em um ponto determinado de uma instalação elétrica para que se funda, por efeito Joule, quando a intensidade de corrente elétrica superar, devido a um curto-circuito ou sobrecarga, um determinado valor que poderia danificar a integridade dos condutores com o risco de incêndio ou destruição de outros elementos do circuito.

Regulador de Tensão

Um Regulador de tensão é um circuito, geralmente formado por semicondutores, tais como diodos Zener e circuitos integrados reguladores de tensão, que tem por finalidade a manutenção da tensão de saída de uma fonte de alimentação constante, mesmo que haja variações no valor da corrente de saída.
Sua função principal é manter a tensão produzida pelo gerador/alternador dentro dos limites exigidos pela bateria e pelo sistema eléctrico que esta alimentando. Por exemplo: Se ele estiver sendo utilizado em um motor de automóvel, deverá manter a saída para o veiculo entre 12,5 e 14,5 volts, sendo um
valor normal 13,6 volts. Normalmente os valores retirados da bateria variam, como quando se acendem as luzes, a tendência é a tensão da bateria cair, já que o consumo aumentou. O regulador detecta esta queda e aumenta a sua tensão de saída para compensar a descarga da bateria. Ou o inverso, quando se desligam as luzes, o que reduz o consumo, fazendo a tensão aumentar. No caso de falha do regulador, a tensão poderia subir demasiadamente e vir a queimar as lâmpadas do sistema ou danificar outros equipamentos como auto rádios e até mesmo a central electrónica de injecção de combustível. Ou a tensão poderia ficar muito baixa, o que ocasionaria a descarga da bateria, sua deterioração e parada do automóvel. Este enfoque serve também para reguladores que não sejam o automotivo, mas também o da fonte de um computador, de uma TV ou qualquer outro dispositivo electrónico.
Um regulador de tensão é incapaz de agir compensando quedas de tensão ou corrente em sua entrada, para entrega com tensão adequada. Para tanto, dele se esperaria além da regulação, as funções de um gerador (bateria, transformador, fonte de alimentação, dínamo, alternador e afins), pois a compensação de queda de energia só se obtém com geração de energia. A função de um regulador é a de regular uma tensão variável ou não, em uma tensão limite fixa, e para tanto é necessário que a tensão de entrada seja superior à tensão de saída. Em reguladores de tensão comercializados como circuitos integrados monolíticos, a tensão de entrada deve ser no mínimo 0,6V superior à tensão de entrada. Este valor varia conforme a arquitectura de cada regulador.
Exemplo de regulador de tensão:

LM 317
O CI LM317 é regulador de tensão em corrente contínua. Ao aplicar-lhe uma tensão Vi (0<40v), vo =" 1,2(1+Rp/R),">
• Corrente máxima de saída: 1,5A.
• Temperatura máxima de operação: 120°C.
• Máxima potência dissipada: 20W.

Roteiros Turísticos




Turismo rural

Escolhi o roteiro

da Serra do Gerês pela sua beleza impar que combina serras,

rios, barragens, pontes romanas, moinhos e casas de granito, proporcionando um bem-estar indescritível pelo contacto permanente com a natureza.

Este roteiro inclui um vasto património bio-histórico de Vieira do Minho e do Parque Nacional da Peneda Gerês – Terras do Bouro.

São quilómetros e quilómetros de paisagens de cortar a respiraçã
o, seja pela imponência do arvoredo, pelas cascatas de águas límpidas ou pelos animais que pastam tranquilamente à beira da estrada. Não há como não ficar de imediato conquistado por um cenário assim, que se estende por 72 000 hectares e abrange as serras da Peneda, do Soajo, Amarela e do Gerês.
Fora dos limites do Parque Nacional mas relativamente próximos, outros lugares encantam por outros motivos. É o caso da vila de Ponte de Lima, mas também a de Arcos de Valdevez, ambas a merecer uma visita, de preferência complementada por uma refeição com vista sobre o rio.

Turismo urbano

Roteiro Turístico de Braga

Como roteiro urbano escolhi a cidade de Braga, pelo seu centro histórico exemplar. Aqui é dada a devida atenção aos monumentos, tendo sido recuperadas diversas praças.
A não perder, quando se visita Braga, o Bom Jesus. Situado no cimo de uma das mais belas encostas Bracarenses, possui diversas áreas de lazer e magníficas paisagens. Um pouco mais à frente passa-se pelo Sameiro e desce-se a serra da Falperra até à cidade. Não podemos deixar de referir o Clube de Jazz de Braga, situado entre o Santuário do Bom Jesus e o Sameiro.

Alguns Monumentos:

Teatro Circo
É o grande espaço cultural da cidade. Inaugurado em 1915, foi projectado pelo Arquitecto João Moura Coutinho.

Termas Romanas do Alto da Cividade
Ainda são visíveis as dependências funcionais das termas públicas romanas. Trata-se de uma construção do séc. I.
Torre de Menagem
Constitui uma parte que restou do castelo de Braga, que formava toda uma cidadela medieval. Provavelmente construída no séc. XIV.
Sé Catedral
Mandada edificar no séc. XII, hoje apresenta uma grande variedade de estilos e épocas. Destacam-se o românico, o gótico e o barroco. De primitiva traça românica, destaca-se um túmulo gótico-flamengo, de bronze dourado, onde jaz o infante D. Afonso, filho de
D. João I. No interior destacam-se ainda o Órgão de Tubos, a Capela do Santíssimo, a Capela de S. Pedro de Rates e a Capela de São Martinho de Dume.
Santuário do Bom Jesus do Monte
Destaque para o seu escadório e para o seu elevador novecentista, que funciona a água.
Convento do Pópulo
Invoca a Virgem venerada na Igreja de Santa Maria do Pópulo, em Roma. Foi edificado nos finais do séc. XVI. Apresenta traços do barrocos, e do estilo neo-clássico.

É de salientar que com o desenvolvimento do turismo, tanto rural como urbano, se assiste a um desenvolvimento da economia em diversas vertentes. A criação de empregos nos sectores de hotelaria e restauração, o desenvolvimento dos transportes, e também a mão-de-obra usada no restauro de monumentos degradados, são disso uma prova irrefutável. Não devemos ainda esquecer que, com a evolução do nível cultural da sociedade actual, assistimos a um aumento de visitas aos mais variados monumentos (mosteiros, igrejas, palácios, castelos, etc.), o que vem também incrementar o emprego na vertente turística, como é o caso dos guias turísticos.

O desenvolvimento do turismo cultural, vem ainda proporcionar a liberalização da cultura, tornando esta acessível não apenas a alguns grupos de “elite” mas a todos os que nela quiserem participar.

VARIAÇÕES LINGUÍSTICAS

Para que uma população se possa mais facilmente entender entre si foram criadas normas linguísticas, o que não impediu que a língua originasse diversas variações consoante determinados factores:

- A situação geográfica (variação diatópica)

- O grupo social onde se está inserido (variação diastrática)

- A situação em que se está a falar (variação diafásica)

Destas variantes, a mais destacada é a variante diatópica pois permite identificar a região a que se pertence pela maneira como se fala e as expressões que se usam. É ou não bastante fácil reconhecer, pela maneira como fala, um habitante da Nazaré, do Porto, do Alentejo, um algarvio…

Há palavras que só têm significado na região em que se está inserido, como por exemplo, enquanto em Leiria se pede um café, no Porto é um “cimbalino.”

Estas diferenças não deixam de ter o seu valor, embora muitas vezes sejam socialmente rejeitadas. É bem verdade que certas maneiras de falar são depreciadas em função de alguns aspectos, como acontece no interior do País, onde a língua tem ainda contornos arcaicos, não tendo evoluído condicionada sobretudo pelo isolamento geográfico dos seus falantes. Mas não será uma das funções dessas variações linguísticas só poder ser compreensível por uma determinada comunidade, como forma de defesa?

É de todo errado fazer juízos de valor sobre esta ou aquela variação linguística, considerando que só de determinada forma é que se fala correctamente. Não existe um padrão linguístico, pois o que hoje é incorrecto, amanhã, pela força de ser usado, passa a fazer parte integrante da língua.

Flip - Flops

Flip-flop ou multivibrador biestável é um circuito digital pulsado capaz de servir como uma memória de um bit. Um flip-flop tipicamente inclui zero, um ou dois sinais de entrada, um sinal de clock, e um sinal de saída, apesar de muitos flip-flops comerciais proverem adicionalmente o complemento do sinal de saída. Alguns flip-flops também incluem um sinal da entrada clear, que limpa a saída actual. Como os flip-flops são implementados na forma de circuitos integrados, eles também necessitam de conexões de alimentação. A pulsação ou mudança no sinal do clock faz com que o flip-flop mude ou retenha seu sinal de saída, baseado nos valores dos sinais de entrada e na equação característica do flip-flop.

Amplificadores

Os amplificadores podem ser aparelhos bem complexos, com centenas de pequenas peças, mas o conceito básico por trás deles é bastante simples. Você pode ver claramente como um amplificador funciona ao examinar seus componentes.

O som é um fenômeno fascinante. Quando algo vibra na atmosfera, move as partículas de ar à sua volta. Essa partículas, por sua vez, movem outras partículas de ar à sua volta, carregando a vibração pelo ar. Nossos ouvidos captam essas alterações na pressão do ar e as transformam em sinais elétricos processados pelo cérebro.

Os equipamentos eletrônicos de som operam da mesma forma. Eles expressam o som como uma variação da corrente elétrica. Em termos gerais, este tipo de reprodução sonora tem três etapas:

· As ondas sonoras movem o diafragma de um microfone para frente e para trás e o microfone traduz este movimento em sinal elétrico. Este sinal flutua, representando as compressões e rarefaçõesde uma onda sonora.

· Um gravador codifica este sinal elétrico no padrão de alguns tipos de mídia, como impulsos magnéticos em uma fita magnética ou como sulcos em um disco de vinil.

· Um equipamento de reprodução (como um toca-fitas) reinterpreta esse padrão e usa a eletricidade para mover o cone de um alto-falante. Isto recria as variações da pressão do ar originalmente gravadas pelo microfone.

Como se pode ver, os componentes principais neste sistema são, essencialmente, tradutores: recebem o sinal de uma maneira e o converte em outra. No final, o sinal sonoro é transformado novamente em sua forma original, uma onda sonora física.

Para registrar as mínimas variações de pressão em uma onda sonora, o diafragma do microfone dever ser muito sensível. Isto significa que ele é bastante fino e se move apenas em uma curta distância. Conseqüentemente, o microfone produz pouca corrente elétrica.

Este sinal é ótimo para a maioria das etapas do processo, pois é forte o bastante para uso no gravador e facilmente transmitido pelos fios elétricos. Mas o estágio final do processo (mover o cone do alto-falante) é mais difícil. Para fazer isso, você precisa reforçar

o sinal de áudio com mais corrente, ao mesmo tempo que preserva o mesmo padrão de flutuação de carga.

Este é o trabalho de um amplificador. Ele simplesmente produz uma versão mais poderosa de um sinal de áudio.

Na realidade, um amplificador gera um sinal de saída completamente diferente, baseado no sinal de entrada. Você pode tentar entender estes sinais como dois circuitos diferentes. O circuito de saída é gerado pela fonte de alimentação do amplificador, que é alimentado por uma bateria ou uma tomada. Se o amplificador recebe energia da corrente alternada (um fluxo de carga alterna sua direção), a fonte de alimentação irá convertê-la em corrente contínua (a carga sempre flui em uma mesma direção). A fonte de alimentação também suaviza a corrente para gerar um sinal absolutamente estável e ininterrupto. A carga (o trabalho que executa) é mover o cone do alto-falante.

O circuito de entrada é um sinal elétrico de áudio gravado em uma fita magnética ou passado por um microfone. Sua função é modificar o circuito de saída. Ele aplica uma resistência variável em um circuito de saída para recriar as flutuações de voltagem de um sinal original de áudio.


O conceito básico de um amplificador: uma corrente de menor intensidade é usada para modificar uma de maior intensidade

Na maioria dos amplificadores, esta carga representa trabalho demais para o sinal original de áudio. Devido a isso, o sinal é aumentado por um pré-amplificador, que envia um sinal de saída mais forte para um amplificador de potência. O pré-amplificador atua da mesma maneira que um amplificador: o circuito de entrada aplica resistência variável a um circuito de saída que recebe energia de uma fonte de alimentação. Alguns sistemas de amplificação usam diversos pré-amplificadores para gradualmente chegar a um sinal de alta voltagem.

Transístores

O termo Transístor resulta da aglutinação dos termos ingleses TRANsfer+reSISTOR (resistência de transferência).

O termo bipolar refere-se ao facto dos portadores electrões e lacunas participarem no processo do fluxo de corrente.

Um transístor bipolar (com polaridade NPN ou PNP) é constituído por duas junções PN (junção base - emissor e junção base - colector) de material semicondutor (silício ou germânio) e por três terminais designados por Emissor (E), Base (B) e Colector (C).

N – Material semicondutor com excesso de electrões livres

P – Material semicondutor com excesso de lacunas

Para que o transístor bipolar conduza é necessário que seja aplicada na Base uma corrente mínima (VBE ≥ 0,7 Volt), caso contrário não haverá passagem de corrente entre o Emissor e o Colector.

Se aplicarmos uma pequena corrente na base o transístor conduz e pode amplificar a corrente que passa do emissor para o colector.



O transístor bipolar pode ser utilizado:

n Como interruptor electrónico.

n Na amplificação de sinais.

n Como oscilador.

Um condensador eléctrico consiste num dispositivo que possui capacidade para armazenar cargas eléctricas. É constituído por duas armaduras entre as quais se encontra um material dieléctrico (não condutor), como, por exemplo, o ar, papel, vidro, cerâmica, mica, entre outros. Ao submeter as armaduras a uma diferença de potencial determinada, verifica-se a acumulação numa das armaduras, de uma carga eléctrica +Q, proporcional à tensão V, enquanto a outra armadura se carrega com uma carga -Q. A equação que relaciona estas grandezas é: Q = C.V, onde C é o valor da capacidade. O condensador armazena electricidade, permite a passagem da corrente alternada e bloqueia a corrente contínua. Os condensadores podem ser classificados consoante o dieléctrico que utilizam. Assim temos: Condensador cerâmico: aquele que utiliza um material cerâmico como dieléctrico, como, por exemplo, o titanato de bário ou a esteatite. As armaduras são geralmente revestimentos de prata sobre a superfície de uma lâmina de um disco de cerâmica.

Condensador de ar: aquele cujo dieléctrico é o ar. Condensador de mica: aquele que utiliza lâminas de mica como dieléctrico. Condensador de papel: condensador constituído por duas lâminas de folha metálica entre as quais se encontra uma lâmina de papel impregnado ou outro material dieléctrico.

Condensador electrolítico: condensador de grande capacidade e reduzidas dimensões. Entre duas lâminas de metal encontra-se um electrólito que durante a passagem da corrente eléctrica forma uma capa de óxido sobre o ânodo. As capas electrolítica e de óxido formam as duas armaduras do condensador. O ânodo é constituído por alumínio ou tântalo, quando se requerem valores de capacidade especialmente elevados. Condensador metalizado: condensador constituído por um dieléctrico sobre o qual se deposita uma fina película metálica.

Condensador variável: condensador cuja capacidade pode variar mediante o deslocamento de um conjunto de placas metálicas em relação a um outro conjunto que se mantém fixa.

Telégrafo





Significa, pela etimologia grega, transportar a escrita para longe (têle , longe, e graph , raíz de grápho , letra). As formas telegráficas primitivas foram possivelmente o fogo, o fumo ou as batidas do tambor. Os gregos, em 300 a. C., já comunicavam a distâncias relativamente grandes através de um conjunto de vasos grandes que faziam alternar de posições segundo um código por eles definido para designar diferentes letras. Também se comunicava através de sons emitidos em elevações que chegavam a quilómetros de distância.
O que é
O telégrafo é um sistema concebido para transmitir mensagens de um ponto para outro em grandes distâncias, utilizando códigos para a rápida e confiável transmissão. As mensagens eram transmitidas através de um sistema composto por fios.
Os telégrafos usavam códigos para que a informação fosse transmitida de forma confiável e rápida. O principal código utilizado pelos telégrafos foi o código Morse, que surgiu com a criação de telégrafo eléctrico na década de 1830. Samuel Morse criou e registou a patente do telégrafo no ano de 1837.

Código morse
1. Sinal curto, ponto ou 'dit' (•)
2. Sinal longo, traço ou 'dah' (-)
3. Intervalo entre caracteres (entre pontos e traços)
4. Intervalo curto (entre letras)
5. Intervalo médio (entre palavras)
6. Intervalo longo (entre frases)
O telégrafo foi o principal sistema de comunicação a longa distância nos séculos XIX e começo do século XX. Foi muito utilizado por indústrias, governos e até mesmo pelas forças armadas de diversos países em momentos de guerra.

Com o surgimento e disseminação do telefone, principalmente na primeira metade do século XX, o telégrafo foi sendo preterido.

Lei de Ohm





A Primeira Lei de Ohm, assim foi chamada em homenagem ao seu formulador Georg Simon Ohm.
A lei de ohm indica que a corrente (I) que passa num circuito eléctrico é proporcional à tensão (V) aplicada, e inversamente proporcional à resistência do circuito.
A fórmula da lei de ohm é a seguinte: I=V/R
Desta expressão podemos retirar outras duas que nos permitem calcular o valor de uma grandeza (V ou I) em função das outras duas.
V=R*I R=V/I
Esta é a Lei de Ohm para corrente contínua.
No entanto ela também é aplicável nos circuitos de corrente alternada, como são os que normalmente temos nas nossas casas e nos locais de trabalho.
Onde:
V é a diferença de potencial eléctrico (ddp) ou tensão, cuja unidade de medida é o Volt.
R é a resistência eléctrica do circuito que é medida em Ohms. A resistência tem a ver com a dificuldade que os electrões sentem em se movimentar de um ponto A para um ponto B.
I é a intensidade da corrente eléctrica medida, que tem como unidade de medida os Ampères.
A intensidade de corrente está relacionada com o fluxo de cargas por unidade de tempo.
Através da análise da fórmula chegamos à conclusão que é possível conhecer a diferença de potencial (V) de um circuito se conhecermos a intensidade de corrente e a resistência. Por seu lado ao conhecermos a resistência e a tensão (diferença de potencial) podemos ficar a saber qual a intensidade de corrente.
Imagine que tem um circuito com uma resistência de 2 Ω (Ohm) e uma intensidade de 4A (Amperes).
Neste caso:
V = R.I → V = 2.4 → V = 8V.
Se tiver uma tensão de 5V e uma resistência de 5 Ω , a intensidade da corrente seria 1 Ampère.
(neste caso queremos saber a intensidade. Resolvemos a fórmula em relação a I).
V = R.I → I = V/R
I = V/R → I = 5/5 → I = 1A.

Ohm nas suas experiência provou assim que:
A intensidade da corrente eléctrica diminui quando se aumenta o comprimento do fio, sem alterar sua espessura.
R aumenta quando o comprimento do fio aumenta.
A intensidade da corrente eléctrica aumenta conforme se aumenta a espessura do fio, sem alterar seu comprimento.
R diminui quando a espessura do fio aumenta.
Com comprimento e espessura constantes, a intensidade da corrente se altera quando se substitui um material condutor por outro.
R depende do material de que é feito o fio.
Usando-se sempre o mesmo fio, mantido à temperatura constante, a intensidade da corrente aumenta quando se aumenta a tensão aplicada.
Dessas observações, Ohm conclui que, se a temperatura for mantida constante, a relação
Tensão eléctrica: corrente eléctrica ou U: I mantinha-se constante para qualquer fio particular. Essa constante é exactamente o valor da resistência eléctrica do fio em questão.

PAT_passagem aéreo pelo topo

Esquemas de Montagem: (Localização)

A montagem das antenas é feita na PAT (Passagem aérea de topo), como o próprio nome indica é feita na parte superior dos edifícios ou moradias.

A PAT é ligada ao ATE/Superior (armário de telecomunicações exterior) ou ao ATI (armário de telecomunicações Individual) com dois tubos do tipo VD com o diâmetro de 32 mm, sendo um deles de reserva.

LDR - Light Dependent Resistor

LDR - Light Dependent Resistor

O LDR possui a interessante característica de ser um componente electrónico cuja resistência eléctrica diminui quando sobre ele incide energia luminosa. Isto possibilita a utilização deste componente para desenvolver um sensor que é activado (ou desactivado) quando sobre ele incidir energia luminosa.

A resistência do LDR varia de forma inversamente proporcional à quantidade de luz incidente sobre ele, isto é, enquanto o feixe de luz estiver incidindo, o LDR oferece uma resistência muito baixa.
Quando este feixe é cortado, sua resistência aumenta.


Constituição do LDR e suas Aplicações.

É composto de um material semicondutor, o sulfito de cádmio, CdS, ou o sulfito de chumbo. O processo de construção de um LDR consiste na conexão do material fotossensível com os terminais, sendo que uma fina camada é simplesmente exposta à incidência luminosa externa. Com o LDR pode-se fazer o controlo automático de porta, alarme contra ladrão, controle de iluminação em um recinto, contagem industrial, etc.

Características do LDR.

Também chamado de célula foto condutiva, ou ainda de foto resistência, o LDR é um dispositivo semicondutor de dois terminais, cuja resistência varia linearmente com a intensidade de luz incidente, obedecendo à equação R = C x L x a, onde L é a luminosidade em Lux, C e a são constantes dependentes do processo de fabricação e material utilizado.
Como foi referido anteriormente o LDR tem sua resistência diminuída ao ser iluminado. A energia luminosa desloca electrões da camada de valência para a de condução (mais longe do núcleo), aumentando o número destes, diminuindo a resistência.

Conforme aumenta a intensidade de luz incidente no LDR, um número maior de electrões na estrutura tem também seu nível de energia aumentado, devido à aquisição da energia entregue pelos fotões.
O resultado é o aumento de electrões livres e electrões fracamente presos ao núcleo.

















Resistência











Resistência eléctrica é a capacidade de um corpo qualquer se opor à passagem de corrente eléctrica pelo mesmo, quando existe uma diferença de potencial aplicada. Seu cálculo é dado pela lei de Ohm, e, segundo oSistema Internacional de Unidades (SI), é medida em Ohm. Quando uma corrente eléctrica é estabelecida em um condutor metálico, um número muito elevado de electrões livres passa a se deslocar nesse condutor. Nesse movimento, os electrões colidem entre si e também contra os átomos que constituem o metal. Portanto, os electrões encontram um certo impedimento para se mover tal como, existe uma resistência à passagem da corrente no condutor. Para medir essa resistência, os cientistas interpretaram uma grandeza que designaram uma resistividade eléctrica.

O Resistência Equivalente com duas resistências de valores diferentes pode ser definido da seguinte forma:



Para mais de duas resistências associados dos em paralelo deve-se aplicar a seguinte equação:


JFET



O transístor de efeito de campo (FET) é um dispositivo unipolar porque o seu funcionamento depende apenas de um tipo de carga, seja ele electrões livres ou lacunas. Por outras palavras, o FET tem portadores maioritários mas não tem minoritários. Para a maioria das aplicações lineares, o dispositivo mais usado é o transístor bipolar. Mas há algumas aplicações lineares para as quais o FET se adequa melhor, já que tem uma alta impedância, entre outras propriedades. Por outro lado, é o tipo preferido para aplicações em que funciona como interruptor. Isto porque, não havendo portadores minoritários, pode cortar mais rapidamente, já que não existe carga armazenada que se deva eliminar da junção.
Há dois tipos de transístores unipolares: JFET e MOSFET

A figura a) mostra uma secção de semicondutor tipo n. O extremo inferior chama-se fonte (source) e o superior dreno (drain). A fonte de alimentação VDD obriga os electrões livres a circular da fonte até ao dreno. Para se produzir um JFET é preciso ainda difundir áreas de semicondutor tipo p, como se mostra na figura b). Estas duas áreas encontram-se ligadas entre si e exteriormente para um terminal chamado porta (gate).


Efeito de Campo
A figura mostra a maneira normal de polarizar um JFET: A tensão de alimentação do dreno é positiva e a da porta é negativa. O nome “efeito de campo” vem das zonas de deplecção que rodeiam cada zona p e onde os electrões livres da zona n se recombinam com as lacunas da zona p.
Corrente de porta
Num JFET, a junção porta-fonte é sempre polarizada inversamente. Isso faz com que IG seja aproximadamente zero –> o JFET tem uma R de entrada praticamente infinita (centenas de MΩ).
A tensão de porta controla a corrente de dreno. Quanto mais negativa for a tensão de porta maior é a zona de deplecção e mais estreito é o canal n por onde os electrões livres passam da fonte para o dreno, diminuindo assim a corrente de dreno. O JFET é pois um dispositivo controlado por tensão de entrada (VGS) que controla uma corrente de saída.